Tudo na vida seria bem mais fácil se viesse com um manual, não é verdade? Portanto nesse espaço compartilharei minhas peripécias para aprender a viver melhor em cada uma das minhas múltiplas funções: mãe,esposa, do lar, professora, filha, irmã...
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Chá- de- bebê parte 2
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Mamãe e a perereca
Texto retirado do blog Ombudsmãe
Projeto Acalanto
Minha saga atual
E essa Samsung ECESLP100
Alguém tem alguma dessas cameras? Pode me dizer se está satisfeito com elas?E para vc: o que é uma boa camera?
quarta-feira, 7 de julho de 2010
O casal perfeito (Lya Luft)
A solidão dos homens tem a medida da solidão de suas mulheres. Isso eu disse e escrevi – e repito – em dezenas de palestras por este país afora. Aí me pedem para escrever sobre o casal perfeito: bom para quem gosta de desafios.
O casal perfeito seria o que sabe aceitar a solidão inevitável do ser humano, sem se sentir isolado do parceiro – ou sem se isolar dele? O casal perfeito seria o que entende, aceita, mas não se conforma, com o desgaste de qualquer convívio e qualquer união.
Talvez se possa começar por aí: não correr para o casamento, o namoro, o amante (não importa) imaginando que agora serão solucionados ou suavizados todos os problemas – a chatice da casa dos pais, as amigas ou amigos casando e tendo filhos, a mesmice do emprego, chegar sozinha às festas e sexo difícil e sem afeto.
Não cair nos braços do outro como quem cai na armadilha do ‘enfim nunca mais só!’, porque aí é que a coisa começa a ferver. Conviver é enfrentar o pior dos inimigos, o insidioso, o silencioso, o sempre à espreita, o incansável: o tédio, o desencanto, esse inimigo de dois rostos.
Passada a primeira fase de paixão (desculpem, mas ela passa, o que não significa tédio nem fim de tesão), a gente começa a amar de outro jeito. Ou a amar melhor; ou, aí é que a gente começa a amar. A querer bem; a apreciar; a respeitar; a valorizar; a mimar; a sentir falta; a conceder espaço; a querer que o outro cresça e não fique grudado na gente.
O cotidiano baixa sobre qualquer relação e qualquer vida, com a poeira do desencanto e do cansaço, do tédio. A conta a pagar, a empregada que não veio, o filho doente, a filha complicada, a mãe com Alzheimer, o pai deprimido ou simplesmente o emprego sem graça e o patrão de mau humor.
E a gente explode e quer matar e morrer, quando cai aquela última gota – pode ser uma trivialíssima gota – e nos damos conta: nada mais é como era no começo. Nada foi como eu esperava. Não sei se quero continuar assim, mas também não sei o que fazer. Como a gente não desiste fácil, porque afinal somos guerreiros ou nem estaríamos mais aqui, e também porque há os filhos, os compromissos, a casa, a grana e até ainda o afeto, é preciso inventar um jeito de recomeçar, reconstruir.
Na verdade devia-se reconstruir todos os dias. Usar da criatividade numa relação. O problema é que, quando se fala em criatividade numa relação, a maioria pensa logo em inovações no sexo, mas transar é o resultado, não o meio. Um amigo disse no aniversário de sua mulher uma das coisas mais belas que ouvi: ‘Todos os dias de nosso casamento (de uns 40 anos), eu te escolhi de novo como minha mulher’.
Mas primeiro teríamos de nos escolher a nós mesmos diariamente. Ao menos de vez em quando sentar na cama ao acordar, pensar: como anda a minha vida? Quero continuar vivendo assim? Se não quero, o que posso fazer para melhorar? Quase sempre há coisas a melhorar, e quase sempre podem ser melhoradas. Ainda que seja algo bem simples; ainda que seja mais complicado, como realizar o velho sonho de estudar, de abrir uma loja, de fazer uma viagem, de mudar de profissão.
Nós nos permitimos muito pouco em matéria de felicidade, alegria, realização e sobretudo abertura com o outro. Velhos casais solitários ou jovens casais solitários dentro de casa são terrivelmente tristes e terrivelmente comuns.
É difícil? É difícil. É duro? É duro. Cada dia, levantar e escovar os dentes já é um ato heróico, dizia Hélio Pellegrino. Viver é um heroísmo, viver bem um amor mais ainda. O casal perfeito talvez seja aquele que não desiste de correr atrás do sonho de que, apesar dos pesares, a gente, a cada dia, se escolheria novamente, e amém.
Conversas de ônibus

terça-feira, 6 de julho de 2010
Convites para chá-de-bebê




segunda-feira, 5 de julho de 2010
Chá baby

Olá pessoal!!!!!
Achei ideias super interessantes na net e quero partilhar com vcs pq acredito q tlvz outras mamys tb estejam em busca desse mesmo assunto. Portanto segue abaixo algumas imagens q gostei. Espero q tb gostem.


terça-feira, 20 de abril de 2010
Desabafo

A vida sem freios tem me levado para caminhos nunca antes explorados. Ano de mudanças! E qtas surpresas guardaram esse ano de 2010, realização de sonhos. E esse momento é tão maravilhoso, mais tããããoooooo q nem tenho palavras para expressar tamanha felicidade. Sei q vida não é fácil e q os caminhos q escolhemos nem sempre são os mais cômodos, mas com certeza são os q trazem a felicidade para o meu coração. Pq como diz alguns, nós somos e estamos no lugar onde queríamos estar e chegar, se ainda não chegamos é pq simplesmente a caminhada ainda não acabou. E a minha caminhada não acabou. Estou realizando alguns sonhos... deixando outros de lado, mas tenho certeza q no tempo certo conquistarei td q almejei com o meu coração. E assim continua a minha caminhada..... MUITOOOOOOOOOOOOOOOOOO feliz e grata por todas as surpresas q Deus me reservou para o ano de 2010. MUITO OBRIGADA!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Como se ama?
O AMOR NÃO É CHAGADO A FAZER CONTAS, NÃO OBEDECE A RAZÃO.
O VERDADEIRO AMOR ACONTECE POR EMPATIA, POR MAGNETISMO POR UMA CONJUNÇÃO ESTELAR.
NINGUÉM AMA OUTRA PESSOA PORQUE ELA É EDUCADA, VESTE-SE BEM OU GOSTA DE CAETANO.
ISSO SÃO SÓ REFERÊNCIAS
AMA-SE PELO CHEIRO, PELO MISTÉRIO, PELA PAZ QUE O OUTRO LHE DÁ, OU PELO TORMENTO QUE PROVOCA.
AMA-SE PELO TOM DE VOZ, PELA MANEIRA COMO OS OLHOS PISCAM, PELA FRAGILIDADE QUE SE REVELA QUANDO MENOS SE ESPERA.
VOCÊ AMA AQUELA PETULANTE.
VOCÊ ESCREVEU DÚZIAS DE CARTAS QUE ELA NÃO RESPONDEU.
VOCÊ DEU FLORES QUE ELA DEIXOU A SECO, VOCÊ LEVOU PARA CONHECER A SUA MÃE E ELA FOI DE BLUSA TRANSPARENTE.
ENTÃO?
ENTÃO QUE ELA TEM UM JEITO DE SORRIR QUE O DEIXA IMOBILIZADO, O BEIJO DELA É VICIANTE E VOCÊ ADORA BRIGAR COM ELA E ELA ADORA IMPLICAR COM VOCÊ.
ISSO TEM NOME.
VOCÊ AMA AQUELE CAFAJESTE.
ELE DIZ QUE VAI LIGAR E NÃO LIGA.
ELE NÃO EMPLACA UMA SEMANA NOS EMPREGOS, ESTÁ SEMPRE DURO, E É MEIO GALINHA.
ELE NÃO TEM A MENOR VOCAÇÃO PARA PRÍNCIPE ENCANTADO, E AINDA ASSIM VOCÊ NÃO CONSEGUE DESPACHÁ-LO.
POR QUE VOCÊ AMA ESTE CARA ?
AH, O AMOR, ESSA RAPOSA. QUEM DERA O AMOR NÃO FOSSE UM SENTIMENTO E SIM UMA EQUAÇÃO MATEMÁTICA:
EU LINDA + VOCÊ INTELIGENTE IGUAL A DOIS APAIXONADOS.
NÃO FUNCIONA ASSIM.
NINGUÉM AMA OUTRA PESSOA PELAS QUALIDADES QUE ELA TEM.
CASO CONTRÁRIO OS HONESTOS, SIMPÁTICOS E NÃO-FUMANTES TERIAM UMA FILA DE PRETENDENTES BATENDO À PORTA.
O AMOR NÃO OBEDECE À RAZÃO.
AMA-SE PELO CHEIRO, PELO MISTÉRIO, PELA PAZ QUE O OUTRO LHE DÁ OU PELO TORMENTO QUE PROVOCA.
AMA-SE JUSTAMENTE PELO QUE O AMOR TEM DE INDEFINÍVEL.
HONESTOS EXISTEM AOS MILHARES, GENEROSOS TEM ÀS PENCAS, BONS MOTORISTAS E BONS PAIS DE FAMÍLIA, TÁ ASSIM, Ó.
MAS NINGUÉM CONSEGUE SER DO JEITO QUE O AMOR DA SUA VIDA É.
Texto extraído do livro "Ame e dê Vexame", Editora Novo Paradigma
(escrito por Roberto Freire).


